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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Doando AMOR!



Enviado por: Clea Miranda

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Ambulância solidária



ALGUÉM PODE ESTAR PRECISANDO DE UMA AGORA!

Esse serviço é gratuito, basta apenas ligar e fazer o cadastro do paciente, que precisa fazer hemodiálise, quimioterapia e radioterapia.
A ambulância pega o paciente em casa, leva até o hospital para o tratamento e retorna para casa.

O telefone é do quartel de bombeiros do Maracanã - (21) 2334.2234.

Enviado por: Clea Miranda

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Nhoque da fortuna no dia 29

Aprecie o nhoque da fortuna no dia 29 sem afetar a balança

Além de saboroso, o prato traz sorte para quem segue a tradição
Por Natalia do Vale

Conhecido por todos que apreciam a gastronomia italiana, o nhoque é famoso não só por seu sabor e versatilidade. Presença garantida em almoços de domingo, o prato ficou ainda mais popular no Brasil em função das superstições que o cercam.

Todo dia 29 do mês é o dia do nhoque da fortuna. Diz a lenda que num certo dia 29 de dezembro, na Itália, São Pantaleão bateu a porta de uma casa e pediu comida. A família era bem pobre, mas apesar disso, não se importou em dividir o seu nhoque com o andarilho. Ao recolherem os pratos, descobriram que embaixo de cada um havia bastante dinheiro. Segundo a tradição, antes de se deliciar com o prato, coloca-se uma nota de dinheiro embaixo dele e faz-se um pedido. Para garantir o bolso cheio o ano inteiro, a nota deve ser guardada até o próximo dia 29 do mês seguinte.

Também é possível tornar este prato mais leve sem perder o sabor para não atrapalhar a dieta. Para a nutricionista Ana Flávia Pinheiro, o nhoque é um dos pratos mais versáteis que existem por permitir substituições tanto no molho quanto na própria massa: "Você pode substituir parte da batata da massa por beterraba, berinjela, abobrinha, abóbora e muitos outros legumes, tornando-o super nutritivo. Além disso, um molho simples e leve já dá um sabor especial ao prato", explica.
Dicas e substituições que fazem a diferença
- Já que os componentes da massa do nhoque tradicional são basicamente batata e farinha de trigo, o ideal é não exagerar na quantidade de farinha ao preparar a massa, pois, quando em excesso, o ingrediente deixará a massa mais pesada e menos saborosa. Outra opção é usar trigo integral para tornar a receita mais saudável e rica em fibras.

-É possível substituir a batata por outros ingredientes como: berinjela, ricota, pão light, beterraba, abobrinha e até banana. "O sabor fica diferenciado, conforme o ingrediente, mas em geral, as substituições por legumes e vegetais resultam em menos calorias na hora de pesar na balança", explica a nutricionista.

- Outra sugestão é saber escolher o molho que acompanhará o nhoque: "para emagrecer o prato, o melhor é deixar de lado os molhos brancos ou à base de queijos amarelos e investir nos molhos de tomate, de ricota, espinafre ou manjericão, que são bem menos calóricos e nem por isso menos saborosos", sugere Ana Flávia.
- Comece sempre por uma salada. "Se você vai comer uma massa como nhoque, que por mais leve que seja a receita, acaba pesando um pouco, comece a refeição com uma boa salada para moderar seu apetite e evitar que exagere na quantidade da massa a ser consumida", explica a especialista.

-Cuide para comer devagar e saborear a massa. O hábito evitará que você repita a porção desnecessariamente. Mas, se por acaso sentir que descuidou e comeu além da conta o melhor é segurar a quantidade de carboidratos que consumirá no restante do dia. "Se exagerou na massa, prefira, para as próximas refeições, uma alimentação mais leve, dando prioridade para as frutas, vegetais e grelhados magros", finaliza.

Versões leves e nutritivas do prato

Nhoque Integral Maravilha

Ingredientes:

-750 g de batatas
-1 ovo
-½ colher de sopa de manteiga
- Sal a gosto
-Farinha de trigo integral

Modo de Preparar:

Cozinhe as batatas com as cascas, descasque-as e passe no espremedor. Junte as batatas ainda quentes à manteiga, ovo, sal e vá juntando a farinha de trigo até poder enrolar, mas sem deixar que a massa fique dura. Faça rolinhos compridos de massa de batata sobre o mármore enfarinhado.

Corte-os com uma faca em pedacinhos. Cozinhe os nhoques em bastante água fervente com sal. Quando subirem à tona de água, estarão cozidos.

Tire-os com uma espumadeira, deixe escorrer. Arrume-os numa travessa, cubra-os com molho de tomate e bastante queijo parmesão.

Fonte: Chef Luiza Zaidan

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Nhoque de beterraba

Ingredientes:

- 1 ovo
- 1 copo (tipo americano) de leite
- 2 colheres (café) de sal
- 150 g de batata cozida
- 150 g de beterraba cozida
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 1 copo (tipo americano) de farinha de trigo

Para o Molho de Sálvia:

- 100 g de manteiga
- 4 folhas de sálvia fresca
- sal e pimenta-do-reino branca moída

Para o Molho Branco:

- 2 colheres (sopa) de manteiga light
- 1 colher (sopa) de alho picado
- 1 colher (sopa) de cebola picada
- 1 ramo de alecrim picado
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 500 ml de leite desnatado
-pimenta-do-reino moída, pimenta calabresa, noz-moscada moída e sal a gosto

Modo de preparo:

Num liquidificador coloque o ovo, o leite, o sal, a batata e a beterraba. Bata bem até a mistura ficar homogênea. Reserve. Numa panela em fogo médio aqueça a manteiga e depois incorpore o creme batido (do liquidificador). Misture bem e espere o creme aquecer.

Assim que o creme aquecer, coloque de uma vez a farinha de trigo e mexa constantemente até que a mistura desgrude da panela, +/- 3 a 5 minutos. No início parece que o creme vai empelotar, mas mexa continuamente como massa de coxinha, até que desprenda da panela.

Transfira a massa para um refratário e espere esfriar. Assim que a massa esfriar, enrole-a formando tiras e depois corte no formato de nhoques. Coloque o nhoque direto no molho quente (escolha um de sua preferência) e sirva a seguir. Essa massa pode ser aquecida em microondas ou armazenada em geladeira por 1 semana. Você pode trocar a beterraba por cenoura, espinafre ou mandioquinha.

Molho de Sálvia:

Numa frigideira em fogo médio derreta a manteiga. Adicione as folhas de sálvia fresca, sal e pimenta-do-reino branca moída e deixe cozinhando de 2 a 3 minutos.

Molho Branco:

Numa panela em fogo brando, derreta a manteiga e refogue o alho, a cebola e o alecrim. Junte a farinha de trigo e mexa bem. Acrescente o leite, a pimenta-do-reino, a pimenta calabresa, a noz-moscada moída. Acerte o sal e cozinhe por 10 minutos em fogo baixo.

Fonte: Chef Luiza Zaidan

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Nhoque de Abóbora

Ingredientes:

-2 quilos de abóbora cozida
-1 ovo
-farinha de trigo até dar o ponto
-sal a gosto
-1/2 quilo de carne seca desfiada
-1 colher de manteiga
-1 cebola picada
-cebolinha
-queijo ralado (a gosto)

Modo de preparo:

Cozinhe a abóbora, passe no espremedor, misture os ovos, sal e farinha. Quando estiver no ponto, enrole, corte e cozinhe até subir na água.

Coloque a carne seca desfiada sem o sal, para refogar com manteiga, cebola e tempero de seu gosto. Misture o nhoque à mistura e salpique cebolinha e queijo ralado a gosto.

Fonte: Chef Luiza Zaidan

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Nhoque de ricota.

Ingredientes:

-1 ovo
-1 colher (café) de noz-moscada ralada
-1 xícara (chá) de farinha de trigo ?
-675 g de ricota
-Sal (o mínimo)

Molho:

-1 cebola média ralada
-12 dentes de alho amassados
-400 g de polpa de tomate
-250 g de purê de tomate
-1 copo de leite desnatado
- algumas folhas de manjericão
-1 cenoura picada

Preparo da Receita:

Passe a ricota por uma peneira fina e misture com o ovo, a noz-moscada e o sal. Junte a farinha aos poucos, amassando com as mãos até obter uma mistura firme. Pegue pequenas porções de massa, forme cordões e corte-os em pedacinhos.

Amasse-os ligeiramente com um garfo e vá colocando-os sobre uma superfície enfarinhada ou um pano. Ferva 4 litros de água. Vá colocando os nhoques aos poucos. Quando subirem à tona, retire-os com uma escumadeira e coloque-os num escorredor.

Passe-os imediatamente por água fria em abundância; escorra-os. Coloque-os numa travessa, cubra com o molho e sirva.

Molho: Numa panela antiaderente dê uma ligeira fritada na cebola e no alho. Junte a polpa e o purê de tomate, a cenoura, o leite e as folhas de manjericão.

Mexa bem e cozinhe em fogo brando por 1h30min com a panela tampada, mexendo de vez em quando. Se necessário, vá colocando água aos poucos. Quando o molho estiver bem apurado, retire-o do fogo e passe-o por uma peneira.

Fonte: Chef Luiza Zaidan

Publicação Yahoo Brasil – Beleza e saúde – Alimentação

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O prazer na dor das pimentas.


Um bônus em nossa evolução: O prazer na dor das pimentas.

O final do verão é época de colheita da pimenta chili, quando o estado do Novo México (EUA) é invadido pelo perfume de chilis assando, e por todo o país os deliciosos e dolorosos frutos da planta do gênero Capsicum estão sendo transformados em salsa, molho picante e repelente de ursos-cinzentos. Ocorrem muitos festivais, muitas vezes com concursos de comer pimenta.

Em minha cozinha, quando transformo minhas pimentas habanero em molho picante, tenho minha própria celebração para o acaso evolucionário que permitiu aos humanos masoquistas aproveitar um sofrimento tão saboroso.

Alguns especialistas afirmam que gostamos das pimentas porque elas são boas para nós. Elas podem ajudar a baixar a pressão, podem surtir alguns efeitos antimicróbicos e aumentam a salivação, o que é bom se você come uma dieta baseada num produto insosso como milho ou arroz.

A dor das pimentas podem inclusive matar outras dores, um conceito sustentado por recentes pesquisas. Outros, como Paul Rozin, da Universidade da Pensilvânia, argumentam que os efeitos benéficos são pequenos demais para explicar o grande amor dos humanos pelas comidas apimentadas.

Rozin, que estuda outras emoções e gostos humanos ("Sou o pai da repulsa na psicologia"), acha que escolhemos a pimenta pelo sofrimento. "Isso é uma teoria", enfatiza ele, "eu não sei se isso é verdade".

Mas ele tem evidências do que chama de masoquismo benigno. Por exemplo, ele testou comedores de chili, elevando gradualmente a dor ou, como os dizem profissionais, a pungência da comida, até o ponto em que os participantes afirmaram que não conseguiriam continuar.

Após o teste, quando questionados qual nível de "calor" havia sido seu preferido, eles escolheram o nível mais alto que puderam agüentar.

Sou obrigado a concordar, embora pelos verdadeiros padrões dos apreciadores do chili, eu seja um fraco. Meu filho estava bastante impressionado com um parente que cresceu no México e comia pimentas habanero inteiras, então minha esposa sugeriu um projeto de jardinagem entre pai e filho. No primeiro ano, apenas uma planta sobreviveu às marmotas e cervos. Mas que planta! Ela produziu uma safra abundante de maravilhosas pimentas habanero.

Ninguém as comeu. Em minha cabeça, eu podia ver a planta balançando suas pequenas granadas de calor na frente dos cervos e murmurando, "Dê uma mordida em mim, bambi".

As habanero são muito fortes, embora haja uma grande variedade delas. Na escala padrão Scoville de "calor" (sendo pimentão o nível 0 e a pimenta mais forte da índia, chamada jolokia, nível 1.000.000), a habanero laranja fica entre 100 mil e 350 mil.
Para efeito de comparação, as pimentas jalapeño variam entre 5 mil e 50 mil.

O spray contra ursos com 2% de capsaicina é anunciado como tendo 3,3 milhões de unidades, e a capsaicina pura - o elemento químico que causa a ardência - chega a 16 milhões.

Em lugares como América Central, Ásia e o subcontinente asiático, as pimentas chili são parte integral da culinária. Mas somente a genialidade comercial americana poderia lançar um produto que é comercializado com a ideia de que você não conseguirá usá-lo. Molho Picante Fim da Vida! Tão Quente que Você Morrerá! Aceitamos Visa, Mastercard ou Paypal. Certo, pode contar comigo!

Como isso aconteceu? A história de como o chili ganhou seu "calor" é bastante direta. Um estudo recente sugere que a capsaicina é uma eficiente defesa contra um fungo que ataca sementes de chili. Realmente, experimentos mostraram que as mesmas espécies de plantas selvagens de chili produzem muita capsaicina num ambiente onde o fungo tem inclinação a crescer, e muito pouca em regiões mais secas, onde o fungo não representa perigo.

O início da paixão pelas pimentas.
Os humanos descobriram as pimentas rapidamente. Há evidências de que, seis mil anos atrás, pimentas picantes já eram usadas das Bahamas aos Andes. Assim que Colombo as levou na volta do Novo Mundo, o chili se espalhou pela Europa, Ásia e África.

Ninguém sabe ao certo por que os humanos encontrariam prazer na dor, mas Rozin sugere que existe uma excitação similar a andar numa montanha russa. "Somente os humanos conseguem apreciar eventos que são intrinsecamente negativos, que produzem emoções ou sentimentos que somos programados para evitar", diz. Outros mamíferos não se juntaram à festa. "Não existe um único animal que goste de pimentas picantes", afirma Rozin.

Ou como coloca Paul Bloom, psicólogo de Yale, "Filósofos sempre tentaram definir características dos humanos - linguagem, racionalidade, cultura, e tudo mais. Eu resumiria da seguinte forma: o homem é o único animal que gosta de molho Tabasco".

Isso vem do novo livro de Bloom, "How Pleasure Works: The New Science of Why We Like What We Like" (Como funciona o prazer: A nova ciência de por que gostamos do que gostamos, em tradução livre), no qual ele aborda a natureza geral do prazer humano, além de alguns prazeres bastante específicos e complicados.

Alguns, como comer comidas dolorosamente apimentadas, são casuais. Gostar de pimenta não possui nenhum significado profundo, nenhum valor evolucionário. É simplesmente gostar de pimentas.

Posso acrescentar, porém, que como é preciso ter um cérebro complicado e um autoconhecimento estranho para gostar de algo inerentemente doloroso, apenas o animal com o maior dos cérebros e a mente mais complexa é capaz de fazê-lo.

Aos comedores de chili: comer fogo não é burrice, mas um sinal de alta inteligência.

© 2010 New York Times News Service

Publicação: Yahoo Brasil! em 28/09/2010 as 03:41 h

Foto: Rainhas do lar

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Caipifruta de Maracujá


Caipifruta de Maracujá

Ingredientes:

50 ml suco de maracujá cremoso
25 ml Cachaça branquinha ou Vodka de sua preferência
Açúcar ou adoçante a gosto

Modo de fazer:

Em uma coqueteleira ou um recipiente com tampa, colocar o suco de
maracujá, a cachaça ou vodka, adoçar e colocar gelo, fechar, misturar
e servir ainda gelado.

Foto: Denis Manfredine - DJ in Rio

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Alimentos anti-estresse

Alimentos anti-estresse combatem a depressão e a ansiedade!

Mulheres que são mães, donas de casa e profissionais, tudo ao mesmo tempo. Homens bem sucedidos e que praticam esportes como atletas. Crianças que além das provas, ainda possuem muitas atividades após as aulas. Adolescentes em fase de vestibular. Com essa vida corrida é inevitável sentir os efeitos da pressão. No entanto, existem maneiras de amenizar estes sintomas. Que tal aliviar o stress através da alimentação? Existem alguns alimentos que podem ajudá-lo!





Alface: substâncias encontradas principalmente nos talos das folhas como a lactucina e lactupicrina, atuam como calmantes naturais.






Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, assim como o magnésio, o fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B, que garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.




Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Cereais integrais e chocolate (com moderação) também são ótimas fontes de zinco. O selênio também pode ser encontrado no atum enlatado e na carne de peru.





Laranja: promove o melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular, ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. A fruta é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. A ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo.




Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. Também é rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária recomendada de 350mg.



Alimentos ricos em vitaminas do complexo B: Quando o estresse está presente, o corpo utiliza a glicose desordenadamente, consumindo então as proteínas do músculo como fonte de energia. O ideal então é se alimentar de alimentos ricos em carboidratos complexos e uma dose extra de proteína magra como: leite em pó, queijo minas, amêndoas e carne que contém vitamina B12; ovo, leite, banana, aveia, batata, ricos em vitamina B6.


Maracujá: Ao contrário do que diz a crença popular, a fruta não é calmante, mas sim suas folhas. As folhas contêm alcalóides e flavonóides, substâncias depressoras do sistema nervoso central (SNC), o conjunto do cérebro com a medula espinal, responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares.



Publicação: Yahoo! Minha Vida

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domingo, 26 de setembro de 2010

Tratamentos para unhas frágeis

Tratamentos para recuperar unhas frágeis.

Intoxicações, infecções, deficiência de nutrientes e problemas congênitos estão entre as principais causas de enfraquecimento das unhas, o tema escolhido pelos leitores para a coluna "Qual é o seu problema?", desta semana. A dermatologista Robertha Nakamura, coordenadora do Centro de Estudos da Unha (CEU) do Instituto de Dermatologia Professor Rubem David Azulay da Santa Casa da Misericórdia do Rio, explica como resolver. E diz que o exame das unhas fornece informações valiosas sobre alterações hormonais, dos rins e do fígado.

O que caracteriza uma unha fraca?

ROBERTHA NAKAMURA: Ela ocorre devido a algum problema da matriz ungueal, que é a raiz, e responsável pela produção da lâmina. Um sinal é a diminuição da meia lua, a matriz, ou seja, ela é menor em tamanho, produzindo a lâmina mais fina. Também o leito da unha é estriado e ela adquire a forma do local onde está instalada. A unha também é facilmente dobrável e com vasos visíveis ao exame dermatoscópico.

O problema é isolado?

ROBERTHA: Pode ser isolado, mas na maioria das vezes ocorre nas duas mãos ao mesmo tempo, sendo menos freqüente nos pés. Isto porque as unhas dos pés são mais espessas. Algumas pessoas têm unhas mais frágeis do que outras, devido a fatores como idade (idosos), pós menopausa, doenças que causam ressecamento da pele (um exemplo é hipotireoidismo), hereditariedade ou contato com substâncias irritantes. Outras doenças podem enfraquecer as unhas, como eczema, líquen, psoríase e alopecia, anemia, intoxicações, comprometimento vascular periférico, deficiência de vitaminas A, C, B6, zinco, osteoporose etc.

A alimentação influencia?

ROBERTHA: Não há relação com alimentação. Quanto ao estresse emocional, há algumas pessoas que apresentam aumento da produção do suor nas mãos e nos pés, o que pode contribuir para unhas frágeis. O excesso de suor hiper hidrata as unhas e facilita o seu descolamento.

Algum tipo de esmalte é prejudicial?

ROBERTHA: Depende muito da pessoa que usa. Se ela for alérgica, alguns esmaltes podem prejudicá-la. A mulher pode ser alérgica tanto à coloração do esmalte quanto ao veículo do esmalte. Neste caso, mesmo com esmalte antialérgico pode ocorrer reação. O ideal é procurar um alergista para saber à qual substancia química o indivíduo é alérgico. Se a unha é muito frágil, fina demais, o próprio esmalte fortalecedor pode ultrapassar a lâmina ungueal, atingir o leito e irritar. A exposição ao sol também pode descolar as unhas. O esmalte de cor escura funciona como um protetor físico da radiação.

Como é o diagnóstico?

ROBERTHA: Com história clínica detalhada para avaliar e exame físico das unhas com auxilio de métodos de imagem, como dermatoscópio manual e photo finder, e exames laboratoriais para avaliar as alterações ainda não diagnosticadas.

E o tratamento?

ROBERTHA: A placa ungueal leva de cinco a seis meses para se regenerar. O tratamento que aumenta a taxa de crescimento da unha ajuda a fortalecê-la. Além de tratarmos a lâmina que está descamando, deve-se dar atenção à raiz da unha. Então, o médico recomenda nutrição local e através de medicamentos à base de vitamina B e silício orgânico, que além de aumentarem o limiar de crescimento das unhas as tornam mais espessas. Assim, elas perdem as estrias. O tempo de crescimento de uma unha da mão é em torno de seis meses, com variações individuais. A unhas dos pés levam, em média, 12 meses.

Ele é definitivo?

ROBERTHA: Depende da causa. Se a meia lua estiver ausente, a matriz é pequena e não haverá regeneração, e sim melhora de sua função. Neste caso, quando a unha estiver sadia o médico faz tratamento de manutenção. Caso contrário, ao cessar o tratamento as unhas voltarão a ficar frágeis. Se a causa for externa ou sistêmica, como no caso de anemia, o paciente poderá ter alta.

Quais os principais cuidados?

ROBERTHA: Deve-se fazer a hidratação das cutículas e da pele ao redor das unhas (laterais), pois as mesmas têm a função de proteção e tamponamento. Ao retirá-las, abrimos uma porta de entrada a vários contaminantes, como fungos e bactérias. Também é importante hidratar a pele das mãos e dos pés, porque a pele muito ressecada pode acumular contaminantes e estes atacarem as unhas. Outra dica é manter os pés secos após uso de calçados fechados e não usar o mesmo modelo todos os dias; e evitar o uso de sapatos apertados.

Publicado O Globo 25/09/2010 21:11 h

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